Resenha do filme Maldição Voodoo (Blood Relic)

Estou trazendo a resenha do Maldição Voodoo (Blood Relic), um filme americano de terror lançado em 2005 que conta a história de um grupo de jovens que foi contratado para tomar conta de um museu de aviação localizado em uma antiga base da força aérea onde um violento massacre ocorreu anos atrás. No meio do expediente, eles descobrem um artefato misterioso que pode estar relacionado ao que aconteceu por lá.

O artigo original é de autoria do LichKing, mas como ele deixou o conteúdo pra gente revisar e repostar, vou arquivá-lo aqui no Bolonha Club e talvez faça um vídeo pro Cine Clube Bolonha de Cinema também.

Resumidamente, posso falar o seguinte: o filme não tem nada demais, mas é assistível se você tiver a fim de ver uma espécie de slasher no estilo anos 80, mas gravado no estilo dos filmes B (pra não dizer D) do início deste milênio.

O enredo é muito simples, não tem nenhum grande mistério ou reviravolta. Os clichês do gênero estão todos presentes, inclusive a nudez gratuita das personagens femininas (ainda bem que foram só elas).

A atuação dos atores é quase cômica, inclusive o veterano Billy Drago só se destaca por fazer um papel forçadasso de um sujeito mais que excêntrico.

Enfim, como eu disse lá pra cima, dá para assistir se você não espera bons efeitos especiais, atuações ou um enredo bem elaborado.

Trailer

Ficha técnica

  • Título: Blood Relic (Maldição Voodoo no Vrasil) (2015)
  • Duração: 86 minutos Gênero: Terror/Slasher
  • Dirigido por: J. Christian Ingvordsen
  • Escrito por: J. Christian Ingvordsen e Matthew M. Howe
  • Elenco Principal: Billy Drago, Debbie Rochon, Jennifer Lauren Grant e Joshua Park
  • País: Estados Unidos

Capinha do vídeo

Capa do Maldição Voddoo

Review e recomendação do filme de terror Husk

Confira o nosso review e recomendação do filme de terror Husk (lançado no Brasil como Espantalho), um filme de terror americano lançado em 2011 pela After Dark Films, a firma responsável pelo festival After Dark Horrorfest. Husk conta a história de um grupo de jovens que estavam viajando pelo interior dos EUA e, após um corvo bater no vidro do carro, este fica inutilizado e acaba parando perto de um milharal com uns espantalhos muito sinistros.

Nós adaptamos um texto original do LichKing a respeito do Husk e continuamos a partida anterior do Cine Clube Bolonha de Cinema, onde o Facínora jogou Doom II (com uns mods) enquanto compartilhava as nossas impressões deste filme:

Obtenha os links para download e mais informações dos mods jogados para ilustrar a partida do vídeo aqui.

Resenha

Como dissemos acima, filme começa aparentemente como sempre, com um grupo de jovens amigos inadvertidamente caindo em uma situação bem complicada. Além de ficarem sem carro, os espantalhos da plantação onde eles ficaram encalhados se revelam mortos-vivos bastante perigosos. Como zumbis e outros monstros do gênero, estas criaturas também transformam as vítimas em espantalhos, aumentando seus números, só que seu comportamento é razoavelmente diferente do que costumamos ver nas telas.

O filme conta com vários pontos positivos. Logo de cara, já podemos citar a boa filmagem e produção (considerando que é um filme B) e a atmosfera tensa. A aflição fica por conta do terror psicológico, ao contrário destes filmes que ficam colocando cenas “fortes” para chocar.

Além disto, pode parecer um paradoxo, mas tem clichês de vários filmes de terror, mas seu enredo não é manjado. Isto pois os apresenta de maneira diferente, quase subliminares. Então, você vai assistir várias cenas familiares, sem quebrar o suspense. Eu diria que, assim como um espantalho é feito de retalhos, o Husk também foi “costurado” com vários elementos do gênero, só que combinados de uma maneira original e coerente.

Outro ponto positivo é a exclusão de ausência de idiotices que muitas vezes colocam em filmes de terror. Não tem aqueles rockzinhos mela cueca (que os amadores e posers acham pesadassos) relacionados aos personagens jovens americanos e algo relacionado ao principal protagonista que eu não vou spoilar.

Para um filme de terror totalmente não mainstream, conta com um elenco decente e uma boa produção. O único ator que eu reconheci foi o Wes Chatham, que interpreta Amos, um personagem meio nó cego da série The Expanse, mas nestes aspectos, Husk entrega o necessário.

Resumidamente, temos espantalhos, mortos-vivos, rednecks e maldição de família. Tem mimimi, mas não é nada exagerado, visto que os personagens logo desconfiam que tem algo tenso e sobrenatural rolando e atuam a partir daí, ao invés de ficarem gritando e tirando as calças, esperando pra trolha entrar, algo que sempre acontece nestes filmes.

Então, não vou dizer que o Husk é um filmaço (como praticamente nenhum dos filmes que o LichKing fez review) e nem que inova muito no gênero, mas é um bom filme de terror pelos motivos que citei acima e em comparação com outros lançamentos B do gênero nos últimos anos.

Trailer

Ficha Técnica

  • Título: Husk (2011)
  • Título Brasileiro: Espantalho
  • Duração: 83 minutos
  • Gênero: Terror, Zumbis
  • Dirigido e Escrito por: Brett Simmons
  • Elenco Principal: Devon Graye, C. J. Thomason, Wes Chatham, Tammin Sursok e Ben Easter
  • País: Estados Unidos

Saiba mais

Resenha do filme Wyrmwood

Leia e assista a nossa resenha do filme Wyrmwood, também conhecido como Wyrmwood: Road of the Dead, um filme australiano de terror que conta a história de um mecânico que se encontra cercado por hordas de zumbis, depois que a sua mulher e filhas foram infectadas e foi obrigado a sacrificá-las. Wyrmwood foi lançado em 19 de setembro de 2014 no Fantastic Fest, na Austrália, e no dia 12 de fevereiro de 2015, no resto do mundo.

O filme é, basicamente, uma tentativa de misturar o Mad Max com zumbis. Como este clássico de 1979, Wyrmwood teve baixo orçamento, porém obteve bons resultados e trouxe um sopro de brisa fresca ao saturado gênero de zumbi. Ele também exibe claramente elementos de outros filmes de terror, como Dawn of the Dead, The Evil Dead, Bad Taste e Re-Animator.

Aparentemente, Wyrmwood parece o mesmo de sempre destes filmes. Zumbis começam a se levantar e atacar todo mundo, familiares etc. Porém, logo eles se mostram diferentes do comum (por exemplo, o sangue deles é inflamável), o que obriga os personagens a agirem segundo outras regras. Também, apesar do baixo orçamento, as atuações não são ridículas como de filmes americanos similares da atualidade, e tem uma boa dose de humor que também é bastante original.

Se você quer assistir alguma coisa de zumbis sem excesso de drama, ao contrário de Walking Dead, algo bem humorado e renovando os velhos clichês, mas sem descaracterizar o que estamos acostumados e esperamos em um filme destes mortos-vivos, Wyrmwood é uma boa pedida.

Vídeo

Acima, temos a resenha em vídeo feita pelo Facínora, no segundo Cine Clube Bolonha de Cinema, nossa série de vídeos onde recomendamos filmes, séries e minisséries da TV e do cinema. Como fundo do vídeo, temos imagens de uma partida do Doom jogado com o Project Brutality Minimal Edition e o Combined Arms no Mapa 01 do Maps of Chaos.  Inclusive, é a continuação da partida do primeiro Cine Clube Bolonha de Cinema, onde falamos sobre o The Foreigner.

Sinopse

Barry é um mecânico talentoso e um pai de família (que delícia) que teve a vida destruída na véspera de um apocalipse zumbi. Sua irmã, Brooke, foi sequestrada por uma sinistra equipe de soldados vestindo máscaras de gás e sofreu experiências na mão de um cientista psicótico.

Enquanto Brooke planeja escapar, Barry vai para a estrada para ajudá-la e se alia a Benny, um outro sobrevivente. Juntos eles tem que se armar e preparar para abrir caminho batalhando hordas de monstros comedores de carne humana em uma Austrália apocalíptica.

Trailer

Ficha técnica

  • Título: Wyrmwood: Road of the Dead (2015)
  • País: Austrália
  • Duração: 98 minutos
  • Gênero: Terror, Zumbis
  • Dirigido por: Kiah Roache-Turner
  • Escrito por: Kiah Roache-Turner e Tristan Roache-Turner
  • Elenco Principal: Jay Gallagher, Bianca Bradey e Leon Burchill

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