Big Eye [Bolonha Birita 3]

No terceiro episódio do nosso Bolonha Birita (que estamos publicando fora de ordem mesmo), apresentamos e fizemos a resenha da deliciosa cerveja da Ballast Point, a Big Eye.

Trata-se de uma IPA americana de alta qualidade que vai deixar as outras com gosto de lixo.

A Big Eye é uma IPA produzida pela Ballast Point Brewing Company, uma cervejaria americana e que se situa no estado da Califórnia. Ela é muito bem avaliada pelos apreciadores de birita.

Na nossa experiência com esta deliciosa cerveja, podemos constatar as seguintes características:

  1. Cor: A Big Eye se apresenta numa cor alaranjada e bem escura, embora não escura como cervejas pretas;
  2. Cheiro: A cerveja tem um aroma cítrico, que lembra um pouco laranja;
  3. Sabor: Tem o sabor forte, desce bem suave mas não é aquela cerveja pesada. Sente bem o gosto do malte e é bem lupulada. Não tem gosto de laranja, apesar do cheiro;
  4. É razoavelmente encorpada, levemente picante;
  5. Preço: Bastante cara, mas vale a pena experimentar.

No geral, é uma excelente representante do estilo.

Atenção: Esta resenha está sujeita a ficar desatualizada com o tempo, pois nada impede que a qualidade do estabelecimento, produto ou serviço se altere eventualmente. Fique atento à data da publicação e sinta-se livre para complementar ou corrigir o texto nos comentários. O Bolonha agradece desde já!

Carvão bom pro seu churrasco

Este é um artigo que o LichKing que fala sobre carvão para churrasco e sugere umas marcas. Ele fez no blog pessoal dele para colocar algum conteúdo no nosso blog e complementar o nosso vídeo que ensina a acender carvão, ou pelo menos um de vários que vamos fazer.

Carvão bom pro seu churrasco (com sugestão de marcas)

Mas então, o churrasquinho, algo relativamente simples de fazer e que oferece o seu intrínseco clima agradável (cervejinha, resenha etc.), é sempre uma da opções masculinas para cozinhar, visto que é muito difícil ficar muito ruim e não precisa de muito capricho. Entretanto, entre não ficar ruim e ficar bom, existe um mundo de diferença. E uma das coisas que fazem a diferença é o carvão.

Peça indispensável no churrasco, evidentemente, o carvão tem que ter três características, na minha opinião, para ser considerado bom: durabilidade, potência (para gerar calor) e estar seco.

Durabilidade é importante pois o carvão tem que atingir uma certa temperatura sem virar cinzas. Há quem diga que o fogo já tem que ser aceso uma hora antes de colocar a carne de boi. Imagina você desperdiçando aquela picanha caríssima num fogo rola cansada? Você pode até colocar mais carvão para compensar, mas vai ter que esperar ele pegar também. Sem contar que pode entupir a churrasqueira.

A potência, para mim, tem que ser forte. Carvão bom é aquele que você coloca a mão perto da altura da grelha e sente a sua mão queimando em 1 segundo. Claro que daí a atenção é redobrada para não queimar os bagulhos, especialmente o danado do pão de alho. Outra coisa a observar é a quantidade de carvão que você deverá meter na churrasqueira é menor do que o carvão genérico comum ou ruim. Se colocar muito, fica impraticável de mexer na parada, a não der que você tenha luvas de amianto ou algo do tipo.

Já a questão de estar seco pode parecer óbvia, mesmo porque não creio (embora também não duvidaria) que alguém venderia carvão úmido. Porém, vale a pena observar onde você guarda o material ou onde ele é oferecido pra sua venda. Ele tem que ser estocado de modo a impedi-lo de absorver umidade e tal. Carvão molhado é uma desgraça. Difícil para acender e mais difícil ainda de esquentar. A não ser que você for doente mental como o Facínora, que conseguiu acender churrasqueira com carvão literalmente encharcado, você vai querer manter este combustível, seja ele de qualquer marca, em um lugar que o mantenha seco.

Pois bem, agora vamos ao que interessa: as marcas de carvão.

Santa Branca

Santa Branca

O Santa Branca é a minha marca preferida. Fácil de pegar fogo, produz muito calor e dura bastante. Encontro ela em BH vendendo em farmácias da rede Araújo e no Mercado Distrital do Cruzeiro. É bem provável que venda em outros lugares também, pois muita gente também reconhece sua qualidade.

Carvão Tropical

Carvão Tropical

Este carvão apareceu lá na casa da minha avó. Não sei quem comprou, nem onde, mas achei este carvão de qualidade como o Santa Branca. Eu acho que ele não é de Minas Gerais. Se o saco ainda estiver lá, vou averiguar e atualizo aqui.

Carvão Mandabrasa

Carvão Mandabrasa

Mesma coisa do Tropical. Também apareceu por lá e achei de boa também. A vantagem da foto acima é que já tem até o telefone caso você queira comprar etc.

Ricarvão

Embora eu considere o Ricarvão meio overrated (o pessoal paga pau, mas eu prefiro o Santa Branca), é uma marca boa independente disso. O Ricarvão pega fácil, dura bastante e nunca aconteceu de pegarmos um saco úmido como acontece com marcas inferiores. Parece que algumas churrascarias famosas daqui de Belo Horizonte usam o Ricarvão, fato que eu pretendo confirmar.

Como acender churrasqueira com óleo

Como dito acima, este artigo foi feito para complementar o vídeo abaixo, que era pra ser o nosso primeiro, mas demorou pra sair pois eu queria deixar ele o melhor possível. Ele ensina como acender churrasqueira usando óleo de uma forma simples que evita excesso de fumaça e desperdício:

Review do Samsung J5 2016

Depois de quase quatro anos funcionando com muita fidelidade, o meu Samsung Galaxy S3 finalmente precisou ser trocado e acabei escolhendo o Samsung J5 2016.

Como sou alienado a respeito de parafernália eletrônica, e já estou ficando velho e cheio de manias, recorri à Internet para fazer uma pesquisa a respeito de outros modelos da mesma fabricante (Samsung) e vi falando bem, em algumas fontes, da linha J da Galaxy. O preço, bem menor em relação a linha A e principalmente a linha S, era um bom incentivo.

Entretanto, ele tem pontos negativos:

O aparelho oferece o básico eficientemente, porém, o velho S3 ainda oferecia muitas coisas que o J5 2016 não tem:

O J5 não oferece notificação por luz via Led. Isso é, até agora, a maior deficiência. Tem como contornar isso com aplicativos ou configurando o flash pra exibir notificações, mas é gambiarra e não satisfará, talvez, quem faça questão do Led. Eu nem faço tanta, pois odeio aquele troço piscando, mas é engraçado que o celular tem uma luzinha verde que acende às vezes. Não sei por que a Samsung não a usa mesmo.

A câmera é superior em termos de resolução, porém faltam efeitos excelentes que o S3 tem, que dispensava esses filtros da porcaria do Instagram. Também, não parece gravar áudio tão bem. Tenho que ir a algum show pra testar e ter certeza quanto a isso.

Não tem aquele bagulho de usar impressão digital. Mas não me faz falta, visto que nunca usei. Mas pode ser interessante pra alguns.

Pontos positivos:

O visual do celular é bom, especialmente com esta carcaça de metal que dá, pelo menos uma impressão de resistência. Ele tambéme é fácil de mexer, é estável, tem uma bateria que dura bastante e tem um modo supereconômico (deixa a tela em tons de cinza e libera só alguns apps, mas economiza muito e ainda é bastante funcional). O aparelho também não tem tanta porcariada pré-instalada como no Galaxy S3, parece.

Eu diria que estou parcialmente satisfeito. Na atual situação, onde não estou a poder gastar, foi uma opção decente.

Abaixo, vou deixar uma print do site GSM Arena comparando o meu antigo (S3), meu novo celular (J5 2016) e o modelo antigo do meu novo celular (J5):

Samsung J5 (2016) x Samsung J5 x Samsung S3.
Samsung J5 (2016) x Samsung J5 x Samsung S3. Clique para ampliar.

Atenção: Esta resenha está sujeita a ficar desatualizada com o tempo, pois nada impede que a qualidade do estabelecimento, produto ou serviço se altere eventualmente. Fique atento à data da publicação e sinta-se livre para complementar ou corrigir o texto nos comentários. O Bolonha agradece desde já!