Resenha da Badger First Call [Bolonha Birita 1]

A First Call é uma cerveja inglesa do tipo English Bitter produzida pela Badger Brewery, Hall and Woodhouse que contém 4% de graduação alcoólica.

Esta cerveja foi a primeira resenha que nós fizemos na nossa série Bolonha Birita:

Ao degustar a First Call, podemos constatar as seguintes características:

  • Começa aguada mas encorpa na medida em que vai bebendo;
  • Aparência: Cor escura, tipo um âmbar escuro ou marrom rubi;
  • Aroma: Ela tem o aroma de lúpulo cítrico e malte torrado, que inclusive dá a cor;
  • Sabor: Promete sabor de malte, laranja e lúpulo condimentado. Este último é, com certeza, evidente.

Vale a pena experimentar, mas talvez o preço, mesmo pra uma cerveja premium e importada em garrafa de 500ml, não faça valer muito a pena pra sair comprando-a direto.

Atenção: Esta resenha está sujeita a ficar desatualizada com o tempo, pois nada impede que a qualidade do estabelecimento, produto ou serviço se altere eventualmente. Fique atento à data da publicação e sinta-se livre para complementar ou corrigir o texto nos comentários. O Bolonha agradece desde já!

Big Eye [Bolonha Birita 3]

No terceiro episódio do nosso Bolonha Birita (que estamos publicando fora de ordem mesmo), apresentamos e fizemos a resenha da deliciosa cerveja da Ballast Point, a Big Eye.

Trata-se de uma IPA americana de alta qualidade que vai deixar as outras com gosto de lixo.

A Big Eye é uma IPA produzida pela Ballast Point Brewing Company, uma cervejaria americana e que se situa no estado da Califórnia. Ela é muito bem avaliada pelos apreciadores de birita.

Na nossa experiência com esta deliciosa cerveja, podemos constatar as seguintes características:

  1. Cor: A Big Eye se apresenta numa cor alaranjada e bem escura, embora não escura como cervejas pretas;
  2. Cheiro: A cerveja tem um aroma cítrico, que lembra um pouco laranja;
  3. Sabor: Tem o sabor forte, desce bem suave mas não é aquela cerveja pesada. Sente bem o gosto do malte e é bem lupulada. Não tem gosto de laranja, apesar do cheiro;
  4. É razoavelmente encorpada, levemente picante;
  5. Preço: Bastante cara, mas vale a pena experimentar.

No geral, é uma excelente representante do estilo.

Atenção: Esta resenha está sujeita a ficar desatualizada com o tempo, pois nada impede que a qualidade do estabelecimento, produto ou serviço se altere eventualmente. Fique atento à data da publicação e sinta-se livre para complementar ou corrigir o texto nos comentários. O Bolonha agradece desde já!

Review do Samsung J5 2016

Depois de quase quatro anos funcionando com muita fidelidade, o meu Samsung Galaxy S3 finalmente precisou ser trocado e acabei escolhendo o Samsung J5 2016.

Como sou alienado a respeito de parafernália eletrônica, e já estou ficando velho e cheio de manias, recorri à Internet para fazer uma pesquisa a respeito de outros modelos da mesma fabricante (Samsung) e vi falando bem, em algumas fontes, da linha J da Galaxy. O preço, bem menor em relação a linha A e principalmente a linha S, era um bom incentivo.

Entretanto, ele tem pontos negativos:

O aparelho oferece o básico eficientemente, porém, o velho S3 ainda oferecia muitas coisas que o J5 2016 não tem:

O J5 não oferece notificação por luz via Led. Isso é, até agora, a maior deficiência. Tem como contornar isso com aplicativos ou configurando o flash pra exibir notificações, mas é gambiarra e não satisfará, talvez, quem faça questão do Led. Eu nem faço tanta, pois odeio aquele troço piscando, mas é engraçado que o celular tem uma luzinha verde que acende às vezes. Não sei por que a Samsung não a usa mesmo.

A câmera é superior em termos de resolução, porém faltam efeitos excelentes que o S3 tem, que dispensava esses filtros da porcaria do Instagram. Também, não parece gravar áudio tão bem. Tenho que ir a algum show pra testar e ter certeza quanto a isso.

Não tem aquele bagulho de usar impressão digital. Mas não me faz falta, visto que nunca usei. Mas pode ser interessante pra alguns.

Pontos positivos:

O visual do celular é bom, especialmente com esta carcaça de metal que dá, pelo menos uma impressão de resistência. Ele tambéme é fácil de mexer, é estável, tem uma bateria que dura bastante e tem um modo supereconômico (deixa a tela em tons de cinza e libera só alguns apps, mas economiza muito e ainda é bastante funcional). O aparelho também não tem tanta porcariada pré-instalada como no Galaxy S3, parece.

Eu diria que estou parcialmente satisfeito. Na atual situação, onde não estou a poder gastar, foi uma opção decente.

Abaixo, vou deixar uma print do site GSM Arena comparando o meu antigo (S3), meu novo celular (J5 2016) e o modelo antigo do meu novo celular (J5):

Samsung J5 (2016) x Samsung J5 x Samsung S3.
Samsung J5 (2016) x Samsung J5 x Samsung S3. Clique para ampliar.

Atenção: Esta resenha está sujeita a ficar desatualizada com o tempo, pois nada impede que a qualidade do estabelecimento, produto ou serviço se altere eventualmente. Fique atento à data da publicação e sinta-se livre para complementar ou corrigir o texto nos comentários. O Bolonha agradece desde já!