Life Hacks e dicas para o dia a dia

Vou reunir, neste artigo, alguns life hacks e dicas simples para o dia a dia que podem te ajudar a resolver algum problema, economizar gold ou simplesmente facilitar a vida. Vai ser o mesmo esquema do nosso post Dicas simples pra preparar comida: quando inteirar dez manhas, vou encerrar a publicação e criar outra com mais dez.

Resolvi fazer esta publicação pois algumas destas dicas não envolvem muita coisa complicada, então seria perda de tempo criar uma pra cada, o que também iria deixar parecendo clickbait.

Dica 1: Como remover manhas de tinta no carro sem arranhar a lataria

Para remover manchas de tinta da lataria do seu carro, tipo aquelas causadas por goteira na garagem (não é pra remover a pintura do veículo), basta usar suco de limão ou vinagre, jogando no local da manha e usar um pano macio para ir retirando levemente a mancha aos poucos. Pode demorar um pouco e precisar de mais aplicações, mas cedo ou tarde a mancha sai como mágica e não arranha o carro. O vídeo abaixo nosso detalha o procedimento e exibe os resultados:

Não sei se convém jogar uma água para tirar o ácido e evitar que a abrasividade prejudique a pintura do carro, mas eu jogo de qualquer maneira depois de remover as manchas.

Dica 2: Economizando na hora de comprar chinelos Havaianas

Quando um dos pés do seu par atual de chinelos Havaianas estourar, guarde o que não arrebentou e compre seu novo par da mesma cor do antigo. Quando um dos novos pés estourar, você tem 50% de chance de ter um sobressalente pronto pra rodar. É pobrice da boa.

Antigamente, as Havaianas duravam mais. Eu tinha uma podre desde 2001 que só joguei fora há pouco tempo, mas depois disto, todas começaram a durar cada vez menos ao passo que ficavam cada vez mais caras. Acho que estão fazendo de propósito pra fazer pressão e arrebentar aquela parte que prende na sola, na hora que a gente levanta o pé. Enfim, dá pra pregar um parafuso ou um clipe de papel e dar uma sobrevida à porcaria da sandália, mas, às vezes, é irreversível, então, melhor salvar o que sobrou pra quando a próxima arrebentar, até porque ainda tá pra inventar uma sandália confortável e elegante como as Havaianas, que servem pra ir desde a praia até em festa de casamento.

Havaiana remendada
Sou fã do pão-durismo, mas não aconselho você a aproveitar tanto as suas Havaianas assim, depois você pega um tétano aí e fica reclamando na minha orelha.

Review da cerveja Nossa (Wäls)

Experimentei a cerveja Nossa, da Wäls, outro dia e resolvi fazer um review aqui curtinho. Segundo consta, ela foi desenvolvida em parceria com a rede Super Nosso e é uma Vienna Lager com teor alcoólico de 5% e 28 IBUS. Meu pai comprou uma garrafa e a Wäls ainda mantém uns rótulos bons, apesar de ter sido comprada pela Ambev, então tive que dar um corte pra ver o que pega.

Vienna Lager, a propósito, é um tipo de breja que foi criado por Anton Dreher em 1840, em Viena, na Áustria (daí seu nome). Embora este estilo esteja praticamente extinto em sua cidade de origem, ele continua vivo nas Américas, em especial no México, onde foi introduzido por Santiago Graf e outros imigrantes austríacos no final do Séc. XIX, onde se adotou esse estilo que mantém-se em alta até hoje.

Aparência: A Nossa foi apresentada oficialmente como uma “cerveja puro malte extra clara”, mas ou sou daltônico ou erraram na propaganda. Ela é mais escura, mas nada como uma cerveja preta e é translúcida. Aliás, ela é meio âmbar (na cor, não tem cheiro almiscarado que você gosta). Não notei a carbonação, mas não deve ter sido nada além do normal, senão teria reparado.

Aroma: A cerveja tem um aroma lupulado, mas não é muito forte (e meu nariz não é dos melhores). Não tem cheiro cítrico como outros rótulos desta cervejaria.

Sabor: Acho que o sabor segue o aroma, levemente lupulado, com o malte mais em evidência. O amargor é equilibrado e deixa um pouco de gosto de café na boca no fim.

Aftermath: É uma cerveja bem equilibrada, não exagerando em nenhum dos sentidos, mas é bem encorpada, o que é ponto positivo. Porém, não gostei tanto dela ao ponto de querer comprar pra tomar de novo. Claro, voltar pra Sub Zero depois foi dureza, parecia água suja. Entretanto, diz-se que esta cerveja foi escolhida para harmonizar com uma linha de carne Angus do Super Nosso lançada recentemente, então, acho que vale a pena experimentar num churrasco ou algo do tipo.

Resenha do Evil Dead (2013)

Esta é a resenha do remake do Evil Dead (A Morte do Demônio), filme americano lançado em 2013 que recria umas das mais importantes e cultuadas obras de terror de todos os tempos, o Evil Dead, de 1981. O texto foi originalmente feito pelo LichKing, mas como ele passou o conteúdo pra gente, dei uma garibada e coloquei minhas considerações junto.

Evil Dead conta a história de quatro amigos quando se reúnem em uma antiga cabana da família para ajudar Mia, irmã de David, a passar por um período de abstinência e se livrar das drogas. Só que aconteceram coisas macabras e sinistras no local, e seus vestígios ainda podem ser encontrados no porão da casa, junto com um peculiar livro escrito em sangue e encadernado com pele humana.

Por alguma razão estúpida, o livro, que a gente sabe ser o Naturom Demonto (o Necronomicon do Evil Dead), ficou lá, mesmo sabendo-se do terrível Mal que este traz. Também, por alguma razão imbecil, um dos amigos, o Eric, resolveu ler esta obra de literatura em voz alta. Quem conhece a franquia sabe que daí a parada fica meio complicada.

Como fã da série, o LichKing foi assistir este remake do Evil Dead logo na sua estreia, numa das primeiras sessões (eu, o Facínora, já não faço isso, exceto se a sala tiver vazia). As cenas dos trailers são bem sanguinárias, então eu já estava esperando uma carnificina… E é praticamente só isso que o filme oferece.

Sim. O ponto forte do filme são mortes e violência que me lembram os fatalities do Mortal Kombat (algumas bem exageradas), o filme não assusta (pelo menos eu não levei susto algum), não oferece terror psicológico e você não sente empatia por nenhum personagem, apesar de eu gostar da atuação de todos. Algumas partes podem dar um pouco de aflição, tipo quando a mina resolve serrar a língua com a faca elétrica, mas não chega a dar suspense.

Apesar de várias pequenas ligações e menções dos filmes originais da série (inclusive uma mudança que foi totalmente ridícula vista no final), mudaram profundamente a história (não sei como eles iriam fazer pra misturar as duas em um Army of Darkness 2 ou Evil Dead 4, como estavam planejando antes de lançarem a série Ash vs. Evil Dead) ao ponto de você não se empolgar muito.

Achei que foi bem produzido, contando com uma filmagem limpa e enredo coerente etc. Porém, não gosto de filmes que só focam no gore, sem profundidade psicológica. Na minha opinião, este remake poderia ter sido bem melhor.

Dizem que é o Evil Dead mais assustador que jamais iríamos assistir, porém, eu não levei um susto sequer. Enfim… Vale a pena dar uma curiada, só não espere muito… Ash vs. Evil Dead é bem melhor.

Trailer

Ficha Técnica

  • Título: Evil Dead (2013)
  • Título brasileiro: A Morte Do Demônio
  • Duração: 91 minutos
  • Gênero: Terror, Zumbis, Sobrenatural
  • Dirigido por: Fede Alvarez
  • Escrito por: Fede Alvarez e Rodo Sayagues
  • Elenco Principal: Jane Levy, Shiloh Fernandez, Lou Taylor Pucci, Jessica Lucas e Elizabeth Blackmore
  • País: Estados Unidos

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