Review da cerveja Inocência

Review da cerveja Inocência

Trago aqui o review da cerveja Inocência, uma Belgian Tripel forte atualmente da Krug Bier que tem teor alcoólico substancialmente maior que as biritas comuns e foi eleita a melhor Tripel das Américas, na Copa Cervezas de América 2018.

A análise foi originalmente feita pelo LichKing antes de ele desaparecer no seu antigo blogue Contos do Mausoléu. Queria complementar com uma foto da garrafa original da Inocência antes de ela ser comprada, junto com a linha “Expressionista” pela Krug Bier (junto com a Remorso e outras seis marcas), mas acho que a perdi para sempre…

Enfim, vamos à resenha:

A cerveja Inocência é uma das minhas brasileiras preferidas. Uma tripel que se apresenta como forte que era de alguma dessas cervejarias artesanais pequenas que pipocaram por aí, mas foi comprada pela Krug, embora eu tenha tomado a original dela. Tem IBU de 27 e teor alcoólico de 8,0% e, se o cara não está acostumado, é capaz de ficar meio tonto bebendo apenas uma garrafa dela.

Agora, ao invés de falar se a Inocência é boa usando critérios subjetivos, separei as características da cerveja tópicos pra classificar e caracterizá-la aspectos distintos, como é o estilo das análises do Bolonha Club:

  • Ela tem a cor alaranjada clara, mas fosca;
  • Apresenta cheiro de cerveja mesmo, de malte etc. Tem alguma coisa que me lembra cravo ou canela, mas ainda bem que é só no cheiro. E, apesar de ser da Krug, não tem aroma cítrico enjoativo;
  • Tem o sabor que parece adocicado, mas não é uma cerveja doce, longe disso. O sabor é meio amargo, acompanha o aroma e acaba ficando na boca;
  • A cerveja tem bastante espuma, sendo bem carbonatada. Ela também é encorpada sem ser pesada e não fica melando na boca.

Para harmonizar, consta que ela combina perfeitamente com risoto de brie com damasco, pato confitado e torta de frutas cítricas com merengue. Mas onde é que você vai arrumar isso pra comer no dia a dia?

O preço da Inocência é que é meio salgado, mas enquanto o governo estiver ferrando os impostos nas importadas, os produtores nacionais vão aproveitar da reserva de mercado. E o consumidor continuar se f*dendo.

Atenção: Esta resenha está sujeita a ficar desatualizada com o tempo, pois nada impede que a qualidade do estabelecimento, produto ou serviço se altere eventualmente. Fique atento à data da publicação e sinta-se livre para complementar ou corrigir o texto nos comentários. O Bolonha agradece desde já!

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